Baianinho conhece o campeão neste domingo

De um lado, o Leão Grená busca o primeiro título em 56 anos de existência. O Carcará, por sua vez, quer conquistar a segunda taça consecutiva. É o atual vencedor do campeonato, primeiro na história Jacuipense, de Riachão do Jacuípe, e Atlético, de Alagoinhas, decidem às 16h deste domingo, 10/4, no Estádio Eliel Martins (Valfredão) quem será o Campeonato Baiano de 2022. Para ganhar o título, umas das equipes precisa vencer nos 90 minutos já que houve empate no jogo de ida, em Alagoinhas, por 1 a 1. Se nenhum dos dois ganhar no tempo normal, haverá cobrança de pênaltis. Com uma conquista possível da taça de forma inédita, a equipe de Riachão do Jacuípe, na Bacia do Jacuípe a 186 km de Salvador, poderá ter novidades para este jogo. Ruan Levine Caíque Sá devem retornar ao time depois de se recuperaram de problemas musculares. No entanto, Welder poderá ser desfalque de Rodrigo Chagas, devido a dores na coxa sentidas na partida de ida, que forçaram a substituição. Quem está fora é o experiente Danilo Rios, expulso em Alagoinhas. O time que Agnaldo Liz pretende levar a campo não está confirmado, mas a tendência é de que a equipe que começo a partida de ida seja aquela que jogará neste domingo para o bicampeonato estadual de 2022. Edson não fica à disposição por ter sido expulso na partida e ida. Ficha Técnica Jacuipense x Atlético Domingo, 10 de abril de 2022 Estádio Eliel Martins (Valfredão), Riachão do Jacuípe Hora: 16h (de Brasília) Prováveis escalações Jacuipense: Mota, Railan, Wesley, Cabral e Evandro, Kaefer, Flávio e Jean; Ruan Levine, Robinho e Welder; Técnico Rodrigo Chagas. Atlético: Fábio Lima. Paulinho, Iran, Bremer e Matheus; Sobral Lucas e Dionísio; Muler, Jerry e Thiaguinho. Técnico: Agnaldo Liz Premiação ridícula, nível FBF A FBF (Federação Bahiana do Fracasso) divulgou a inexpressiva e ridícula premiação do campeonato, que a má gestão de 2002 para cá, transformou em parasita do Estado da Bahia que paga e banca o Baianinho. A competição mantém os valores indecentes do ano passado. O campeão receberá R$ 135 mil (três meses de salário do presidente da FBF e, no máximo, 15 dias de folha de qualquer equipe que chegou à semifinal), o vice R$ 100 mil, o terceiro colocado (Bahia de Feira) R$ 66 mil e o quarto (Barcelona de Ilhéus) R$ 33 mil. Além de transmitir o jogo na TVE (que pertence ao Governo da Bahia), o erário dos baianos banca esse rebaixado estadual que caiu do 5º para o 9º lugar no ranking da CBF, que agora corre o mesmo risco de gestão incapaz.

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